Açúcar queimado:
Põe-se numa caçarola uma porção de açúcar e deixa-se tomar uma cor castanho-claro. Como este açúcar passam-se as formas para os pudins. Quando se destina a dar cor aos consommés, geleias, molhos, etc., deixa-se tomar mais cor e deita-se um pouco de água quente, guardando-se numa garrafa.
Ponto de pasta:
Deita-se o açúcar que se quer numa caçarola, com um pouco de água, põe-se a ferver. Quando começar a aderir uma pequena camada de açúcar à escumadeira, está em ponto de pasta (28º no pesa-xaropes).
Ponto de fio e cabelo:
Deixe escorrer a calda de açúcar duma colher. Forma-se um fio, que no caso do ponto de cabelo, é mais resistente. Corresponde, respectivamente, aos (103º C.) e (106º C.).
Ponto de pérola:
Deixe escorrer a calda de açúcar duma colher, forma-se um fio cuja extremidade se assemelha a uma pérola. Corresponde aos 108º C.
Ponto de espadana:
Mergulhe a escumadeira na calda de açúcar. Ao retirá-la, a calda cai pelos orifícios tomado o aspecto de fitas. Corresponde aos 117º C.
Ponto de areia:
Quando o açúcar começa a secar e a depositar-se junto às paredes da caçarola, com aspecto de areia.
Ponto de rebuçado:
Deitando um pouca de calda, para um recipiente de água fria, forma-se imediatamente uma bola consistente. Este ponto também de pode chamar ponto de voar, e conhece-se quando, segundos antes do ponto de rebuçado, se mete a escumadeira na calda e acabando de escorrer deixa um fio a voar.